
O furto de 15 carneiros ocorreu na madrugada de sábado, 17 de janeiro de 2026, em uma fazenda na região do distrito de Chapada, na Bahia, resultando em mais um prejuízo significativo para criadores de ovinos da área. Criminosos não identificados cortaram os arames da propriedade e subtraíram todos os animais, pertencentes a um morador local, agravando a crise que já inclui ataques de cães e redução na produção, com impactos diretos nos preços da carne no mercado regional.
O que causou o furto e como foi descoberto? De acordo com informações apuradas, o caso foi percebido nas primeiras horas da manhã após os criminosos invadirem a propriedade rural. A polícia orienta que qualquer informação sobre o paradeiro dos animais seja repassada imediatamente pelo telefone 190, visando localizar os 15 carneiros furtados e identificar os responsáveis. Este incidente se soma a uma série de problemas enfrentados pelos criadores da região de Chapada, que já convivem com constantes prejuízos provocados por ataques de cães soltos, que frequentemente invadem propriedades rurais e matam ou ferem criações, levando muitos produtores a desistirem da atividade.
Qual o impacto econômico da redução na criação de ovinos? A carne de carneiro, reconhecida pelo alto valor nutritivo, tradicionalmente tinha um preço acessível no mercado local, mas a realidade mudou em 2026. Comerciantes relatam que, diante da redução no número de criadores e da queda na oferta de animais devido a furtos e ataques, os preços nos balcões dos açougues aumentaram significativamente. O valor mais elevado é consequência direta da diminuição da produção, afetando tanto produtores quanto consumidores na região.
O episódio reforça a insegurança vivida na zona rural de Chapada e o sentimento de abandono relatado por muitos produtores, que cobram maior fiscalização e ações efetivas para coibir crimes dessa natureza. A criação de ovinos, considerada por anos uma importante fonte de renda para famílias do campo, enfrenta desafios críticos que ameaçam sua viabilidade. Para o futuro, a comunidade espera medidas concretas que garantam condições mínimas de segurança e sustentabilidade, evitando que mais produtores abandonem a atividade e preservando essa tradição econômica regional.