
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, por mais 60 dias o prazo para conclusão das investigações sobre o Banco Master. A decisão, baseada em manifestações de autoridade policial, visa garantir a apuração completa do caso, com a Procuradoria-Geral da República (PGR) intimada a acompanhar o processo.
O que motivou a prorrogação? Segundo Toffoli, a necessidade de uma nova data decorre de "manifestações de autoridade policial", indicando que a complexidade do caso exigiu mais tempo para diligências. Em sua decisão, o ministro deferiu as razões para a extensão do prazo, reforçando a importância de uma investigação minuciosa.
Como a Polícia Federal atuará? Nesta mesma sexta-feira, Toffoli já havia determinado que a Polícia Federal (PF) alterasse o cronograma de colheita de depoimentos dos investigados. Originalmente previstos para ocorrer ao longo da última semana de janeiro e primeira de fevereiro de 2026, os depoimentos agora serão concentrados em apenas dois dias, otimizando o processo e acelerando etapas críticas.
Qual o contexto do caso Banco Master? O inquérito envolve suspeitas de irregularidades financeiras e operacionais no Banco Master, com investigações que têm mobilizado autoridades federais. A prorrogação por 60 dias reflete a dimensão do caso, que demanda análises detalhadas de documentos e testemunhos, alinhando-se a práticas judiciais para garantir justiça e transparência.
A prorrogação do prazo por Dias Toffoli sinaliza um compromisso com a apuração rigorosa do caso Banco Master, enquanto a concentração dos depoimentos pela PF busca eficiência nas etapas finais. O acompanhamento da Procuradoria-Geral da República assegura supervisão institucional, com próximos passos focados na conclusão das investigações até o novo prazo, em março de 2026. O desfecho poderá impactar o cenário financeiro e jurídico nacional, com expectativas por decisões baseadas em evidências sólidas.